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Terapia Floral para Autistas com Depressão: A Importância da Prescrição Individualizada

  • Foto do escritor: Luciana Persiano
    Luciana Persiano
  • 26 de mai. de 2025
  • 3 min de leitura

A depressão em pessoas autistas é um tema que precisa de mais visibilidade, especialmente entre aqueles considerados "leves", cujas necessidades de suporte nem sempre são facilmente percebidas. Muitas vezes, por apresentarem um nível de autonomia funcional maior, suas dores emocionais e dificuldades sociais são subestimadas ou até ignoradas.


Esses indivíduos frequentemente vivem uma constante sensação de inadequação, rejeição e solidão, mesmo quando conseguem "funcionar bem" dentro das exigências sociais. O esforço para se adaptar, mascarar comportamentos ou corresponder às expectativas externas pode gerar sobrecarga emocional profunda, levando à exaustão e ao sofrimento psíquico, incluindo quadros de depressão.


O que a Terapia Floral pode oferecer?

A Terapia Floral atua como um suporte emocional acessando os estados internos do indivíduo. No contexto do autismo, ela não busca "corrigir" características, mas acolher os sentimentos, promover bem-estar emocional e fortalecer a identidade da pessoa como ela é.


Quando falamos em depressão em autistas, não podemos generalizar. Cada pessoa vive a experiência do transtorno do espectro autista (TEA) de forma única, e o mesmo vale para a vivência da depressão. Por isso, a prescrição individualizada é essencial na escolha dos florais.


Como funciona a prescrição individualizada?

Na Terapia Floral, a escolha das essências é feita a partir da escuta atenta e da compreensão profunda da história, do momento atual e dos sentimentos da pessoa. Não basta saber que ela está deprimida, é necessário entender como essa depressão se manifesta.


Alguns pontos comuns em autistas com demandas de apoio mais sutis, que podem levar à depressão e nortear a escolha dos florais, incluem:


  • Sensação de inadequação social

  • Cansaço por mascaramento constante (camuflagem social)

  • Rejeição e bullying (mesmo na vida adulta)

  • Solidão, mesmo estando entre pessoas

  • Autoestima abalada por não se encaixar em padrões esperados


🌺 Exemplos de essências que podem ser consideradas:

⚠️ A escolha deve ser sempre feita de forma personalizada por um profissional qualificado. A terapeuta e naturóloga Luciana Persiano, através de uma escuta individualizada, seleciona e prescreve as essências que deverão compor a fórmula floral. Abaixo estão apenas alguns exemplos, cada caso exige avaliação individualizada.


  • Larch ( floral de Bach): Para baixa autoestima, medo de errar, sentimento de inferioridade.


  • Gentian (floral de Bach): Para desânimo diante de frustrações e recaídas emocionais.


  • Water Violet (floral de Bach): Para os que preferem o isolamento, mas sentem-se solitários.


  • Willow (floral de Bach): Para mágoas e sensação de injustiça.


  • Pine (floral de Bach): Quando a culpa e a autocrítica excessiva estão presentes.


·       Heliotropium (floral de Minas): Atua na angustia extrema, melancolia, escuridão interna, pessoa que se encontra no limite de suas forças. Antidepressivo.   


·        Tall Yellow top (floral da Austrália, BUSH): Falta de conexão, uma sensação de não pertencer a nada. Um imenso vazio no coração. Rejeição. Um sentimento de não ser querido, necessitado, falta a sensação de lar. Alienação, solidão, isolamento.  


·        Evening Primrose (floral da Califórnia, FES): Para o sentimento de rejeição e abandono. 

 

·     Columbine (floral da Califórnia, FES): Para a autoestima, para aprender a valorizar-se, para a auto apreciação, expressar a singularidade de sua beleza. Para não se diminuir se difere dos padrões estabelecidos.  


·    Creosote Bush (Desert Alchemy): Para o sentimento de estar só, intensa desolação interior. Atua nos sentimentos de solidão, tristeza e melancolia.  



Um olhar terapêutico e respeitoso

O caminho da Terapia Floral é, antes de tudo, o do respeito à individualidade. Em se tratando de autismo, esse respeito é ainda mais importante, pois lida com uma neurodiversidade que já sofre, muitas vezes, com a pressão para se encaixar em moldes padronizados.


Para autistas com depressão, especialmente aqueles que não “parecem” ter grandes dificuldades aos olhos da sociedade, o acolhimento terapêutico pode ser o primeiro passo para se sentirem finalmente vistos, ouvidos e compreendidos.


Quando o próprio autista não apresenta condições de realizar a consulta. Esta pode ser feita com um familiar ou alguém próximo que conheça sua história e reais necessidades, para que assim, possa responder por ele.


Quer saber mais sobre como a Terapia Floral pode apoiar emocionalmente pessoas autistas? Agende um consulta com Luciana Persiano e receba uma avaliação personalizada, feita por quem entende profundamente do assunto.



O caminho pode ser mais leve com o suporte certo.


 
 
 

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